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Competências essenciais pós-coronavírus

As mudanças que virão traçam um perfil profissional mais flexível e autônomo, com capacidade crítica, inteligência emocional, organização e empatia




O exercício da futurologia nunca foi tão difícil de ser feito como nesse momento, em que cientistas do mundo todo se dedicam ao desenvolvimento de tratamentos eficazes para o coronavírus.  


Para onde caminhará a recessão, e até quando vai durar? Quais serão as sequelas da crise sobre a sociedade? Como as corporações irão se reorganizar depois do período de quarentena que tende a se estender?


As perguntas são inúmeras e inquietantes. No entanto, por mais que ainda não tenhamos respostas, é possível – e até necessário! – considerar algumas certezas. Uma delas é a possibilidade do trabalho remoto.


Para formar times engajados, capazes de seguir em frente apesar das adversidades e das mudanças, certas competências serão, mais do que nunca, essenciais.


Retomamos esse conjunto de aptidões que podem servir de referência para a gestão de pessoas daqui para frente.


Compilada pelo professor Sergio Nery, da FIA, a lista traz 10 competências necessárias para os profissionais do futuro. Entre elas, ser flexível, adaptável, que saiba trabalhar em time e seja organizado.  Consolidada a partir do relatório O Futuro dos Empregos, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial de Davos.


1 – Resolução de problemas complexos: é a capacidade de percepção e criação de estratégias efetivas para resolver situações novas, sempre pensando na obtenção de uma resposta consistente e eficiente; 2 – Pensamento crítico: olhar para uma mesma questão, sob diferentes perspectivas; 3 – Criatividade: ter novas ideias, criar coisas novas; 4 – Gestão de pessoas: capacidade de criar um ambiente engajador e de encontrar a pessoa certa para o cargo certo; 5 – Coordenar-se com outros: capacidade de coordenar as próprias ações, mas de acordo com as ações das outras pessoas; 6 – Inteligência emocional: habilidade de reconhecer e usar suas emoções de forma positiva e construtiva, tendo autopercepção, autocontrole e automotivação, e reconhecer o estado de emoção das outras pessoas, tendo empatia e práticas sociais; 7 – Capacidade de julgamento e tomada de decisão: capacidade de analisar dados e o ambiente, para, a partir disso, tomar decisões; 8 – Orientação para o servir: é uma competência importante quando pensamos em trabalhar em equipe, facilitando o trabalho de ambos; 9 – Negociação: capacidade importante em todas as áreas, para negociar tempo, prazos, entre outros; 10 – Flexibilidade cognitiva: capacidade de combinar ou agrupar informações diferentes, pensando em diferentes estratégias para chegar a um objetivo.



Fonte: Revista Melhor


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