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Empresas que oferecem férias ilimitadas tendem a performar melhor, segundo 65% dos investidores


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Apesar disso, apenas 18% acreditam que a tendência vai realmente pegar. Por outro lado, a grande aposta de mais da metade dos entrevistados é no sucesso da semana de trabalho de quatro dias.


A maioria dos investidores acredita que oferecer férias ilimitadas aos colaboradores pode ser vantajoso para a empresa. Pelo menos é o que aponta uma nova pesquisa realizada pela Bloomberg, que entrevistou 1.061 investidores entre 7 e 11 de agosto.


De acordo com o relatório, 65% dos investidores profissionais e 57% dos investidores de varejo acreditam que as empresas que oferecem férias ilimitadas podem superar o S&P 500. O índice mede o desempenho de 500 das maiores empresas americanas de capital aberto.


Embora ainda tímida, a tendência começou a ganhar força depois que empresas como Goldman Sachs, Adobe, Microsoft e Netflix passaram a oferecer o benefício. Ainda assim, o privilégio é raro: apenas 8% das empresas nos EUA o oferecem, de acordo com uma pesquisa de 2023 da Society for Human Resource Management.


Apesar do interesse pelo benefício, apenas 18% (menos de 1 em 5 dos investidores) acredita que a tendência vai realmente pegar. Por outro lado, a grande aposta de mais da metade dos entrevistados é no sucesso da semana de trabalho de quatro dias.


De acordo com um estudo do software de recursos humanos Namely, publicado em julho de 2022, nos EUA, funcionários com planos de folga ilimitados tiraram uma média de 12,09 dias de folga por ano. O número não tão alto de dias folgados fez algumas empresas perceberem que, mesmo oferecendo o benefício, alguns funcionários não conseguem aproveitá-lo com mais frequência por terem muitas tarefas no dia a dia de trabalho.


O benefício também não é apenas pensado para o bem-estar do trabalhador. Segundo Peter Cappelli, professor da Wharton Executive Education, muitas das empresas que adotam as férias ilimitadas o fazem para diminuir o banco de horas acumulado dos profissionais - evitando pagar por essas horas.



Fonte: Época Negócios

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