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Saúde preventiva e plano de medicamentos: uma estratégia para reduzir custos e melhorar resultados nas empresas

  • Foto do escritor: DBS Partner
    DBS Partner
  • 19 de mai.
  • 3 min de leitura

Cuidar da saúde vai muito além do agendamento de consultas e exames

 

saúde preventiva

Hoje, empresas que desejam mais eficiência e sustentabilidade em seus contratos de saúde precisam olhar para a prevenção e para soluções complementares, como a implantação de um plano de medicamentos para colaboradores.

 

Essa estratégia pode gerar benefícios diretos tanto para os funcionários quanto para a empresa.

 

O impacto dos medicamentos no orçamento das famílias

 

De acordo com pesquisas do setor farmacêutico, mais de 40% dos gastos das famílias brasileiras estão relacionados à compra de medicamentos, especialmente de médio e alto custo.

 

Esse cenário impacta diretamente os colaboradores, que muitas vezes precisam arcar com tratamentos essenciais — o que pode afetar sua saúde, produtividade e qualidade de vida.

 

Automedicação e riscos futuros

 

Outro ponto de atenção é que mais de 70% da população pratica automedicação, aumentando significativamente o risco de doenças inflamatórias e silenciosas.

 

Esses problemas, quando não tratados corretamente no presente, podem evoluir para quadros mais graves, resultando em internações e procedimentos de alto custo no futuro.

 

Ou seja: tratar agora é sempre mais barato do que remediar depois.

 

Saúde mental e afastamentos nas empresas

 

Os dados também mostram um cenário preocupante:

 

Mais de 60% dos afastamentos estão ligados a transtornos de saúde mental, e somente em 2024, mais de 400 mil colaboradores foram afastados por esse motivo.

 

Isso reforça a necessidade de programas estruturados de cuidado com a saúde — não apenas física, mas também emocional.

 

O papel do RH e os desafios na gestão de saúde

 

Grande parte das empresas já oferece benefícios de saúde, muitas vezes estendidos aos dependentes dos colaboradores. Isso demonstra uma preocupação real com o bem-estar.

 

No entanto, o RH frequentemente enfrenta limitações de ferramentas e recursos para estruturar uma gestão mais estratégica.

 

Problemas de saúde continuam sendo uma das principais causas de:

 

  • Afastamentos

  • Absenteísmo

  • Turnover

 

Gerando impactos financeiros significativos para empresas de todos os setores.

 

Custos crescentes nos contratos de saúde empresarial

 

Desde a regulamentação do setor pela ANS, o mercado evoluiu — mas também trouxe desafios.

 

Os contratos de saúde empresarial vêm sofrendo com:

 

  • Alta sinistralidade

  • Inflação médica crescente

  • Reajustes elevados

  • Estruturas de custo cada vez mais complexas

 

Muitas vezes, soluções como aportes financeiros são oferecidas, mas nem sempre representam o melhor caminho no longo prazo.

 

Baixa adesão a tratamentos: um problema silencioso

 

Segundo dados da OMS, menos de 60% dos pacientes com diabetes e menos de 40% dos hipertensos seguem corretamente seus tratamentos.

 

As consequências são graves: as doenças crônicas não transmissíveis são responsáveis por cerca de 71% das mortes no mundo.

 

Isso reforça a importância do monitoramento contínuo e do suporte ao tratamento.

 

Plano de medicamentos e saúde preventiva: custo ou investimento?

 

Muitas empresas ainda enxergam a implantação de um plano de medicamentos e programas de saúde preventiva como um custo adicional.

 

Porém, quando estruturados com visão estratégica de médio e longo prazo, os resultados tendem a ser claros:

 

  • Redução de afastamentos

  • Menor impacto de sinistralidade

  • Mais produtividade

  • Melhor qualidade de vida para colaboradores

  • Redução de custos no contrato de saúde

 

No final, os números sempre refletem a decisão tomada.

 

Conclusão

 

A gestão da saúde empresarial precisa evoluir.

 

Não se trata apenas de manter um plano ativo, mas de construir uma estratégia que una:

 

  • Prevenção

  • Acompanhamento

  • Gestão inteligente

  • Tomada de decisão baseada em dados

 

Empresas que entendem isso hoje estarão mais preparadas para o futuro.

 

 

Fonte: Opinião RH

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